Dica de como esquecer seu ex-namorado

Relacionamentos — Por Thaís Pontes em março 23, 2008 at 09:00

Ele ficou muito tempo na sua vida, você já estava acostumada com a presença dele e tinha feito muitos planos… Mas o namoro acabou e você esta desesperada porque não sabe o que fazer. Bola pra frente, guria! Vamos às dicas de como esquecê-lo de uma vez por todas!
-Jogue fora ou esconda todas as principais lembranças dele. Fotos, presentes, aquele lençol, aquela calcinha. Não deixe rastros que te lembrem do falecido.
-Evite ouvir músicas românticas e tristes, que falem de amor e melosidades em geral. Deixe no seu player apenas o som que te anima.
-Viaje! Testei uma teoria e constatei: quem viaja esquece as pessoas! Viaje com seus amigos, familiares ou sozinha… Conheça pessoas, novos lugares, espaireça!
-Não entre no orkut, nem no fotolog, nem no twitter, nem no blog dele… Jamais! E delete ele do msn, pra você não ficar tentada a puxar assunto quando ele entrar.
-Não fique em casa de bobeira. Saia com seus amigos… preferencialmente com um grupo de amigos homens também!
-Não fique explicando pra todo mundo quem terminou, o porquê da separação, se houve traição… Evite falar do assunto. Diga que não quer falar sobre isso e mude o rumo da conversa!
-Refaça os planos para o futuro. Pense em coisas que você pode fazer agora que está solteira e aproveite apenas o lado positivo disso.

Thaís Pontes diz, Thaís Pontes sabe!

Así somos.

“Quero que saiba que eu nunca estive feliz como estou agora. Eu não tenho só uma mulher, eu tenho mais que isso, tenho uma mulher que sabe realmente  o que quer da vida e tem buscado cada dia a felicidade.

Tuas palavras ACALENTARAM meu peito quando eu mais queria ouvir! Te amo como nunca. te amo por ser minha mulher e minha vida ! Quero muito tudo ao teu lado meu amor. Quero e vou te fazer a mulher mais realizada deste pequeno mundo. Te amo!”

 

No meio da noite ela acordara com as mordidas dele. Caninos e incisivos nos ombros. Dormiam assim, noite após noite, grudados, pernas entrelaçadas. E se ela virava, ele a puxava de volta, quadril encaixado no quadril. Ela perguntou: ” O que foi?” pra ouvir a voz rouca e sonolenta que dizia: “Eu te amo” – “Eu também, muito”

Antes do sono, na grande sacada, compartilharam a fumaça dos cigarros, estrelas cadentes, desenhos nas nuvens. Compartilharam idéias, necessidades, um afago no cachorro. Compartilharam o banho, a temperatura da água, e a insistência dela de que na hora do banho o xixi é no box… Compartilharam carinho, e ela lavou o cabelo dele, e o rosto com esponja de fibras naturais. Passou cremes no rosto (no dela e no dele). E dormiram.

No meio da noite…

Melodia triste

Ao longe se ouviam acordes, suaves notas de uma música melancólica, um lamento que talvez não tivesse fim.
A ausência era menos pior do que uma presença assistida, impessoal. Quis distância, uma distância física, afetiva… E sobretudo, efetiva.
Não podia olhar os olhos e nem a boca, ou talvez mudasse de idéia.
Sentou-se, acendeu uma vela sobre a mesa, onde havia louças, talheres e copos para duas pessoas.
Serviu-se de vinho tinto. A luz da vela fez o bordô do vinho ainda mais sangüíneo, e naquele momento derramou sobre a toalha branca o último gole da garrafa…
Deitou-se sobre o vinho derramado, e chorou sobre ele lágrimas de vinho branco, lágrimas de soro fisiológico, lágrimas ácidas, travosas, mescladas de amor ódio, repulsa e dor.
A dor do abandono era a mais clara prova da existência de Deus. E perguntou-se: “Que merda de Deus é esse que faz nascer em mim cada vez que me dou conta todo esse turbilhão de emoções, de sensações frias, esse mundo cheio de intensidade, de pulsão”.Nada poderia responder, Deus era bom, sua vida era cheia de abandonos, uns sofridos e uns provocados, uns explicados e outros duvidados.
As pessoas simplesmente deixavam de existir em sua vida, sem uma saída, sem um porquê, preferia em alguns momentos sair da vida das pessoas antes que elas saíssem da sua.
Olhou de novo para a vela, o vinho derramado, e a última gota a gora descia da boca da garrafa, brilhante, luminosa, as lágrimas transformam as imagens em prismas, em fotos, se viu no reflexo do copo, e na sombra na parede… Uma sombra de fogo que se move ainda que o objeto encontre-se parado.
Derrubou o castiçal, e a vela incendiou a toalha, e a sombra era cada vez menor… A luz é que aumentava… Com a cera escorrendo pelos dedos foi até a cortina e nela também colocou fogo, luz… Muita luz, tinha vivido no escuro, merecia a luz.
Sentou-se lentamente na cadeira enquanto tudo em volta era luz, estampidos, dilatação da matéria… Cheiro de queimado…
Ao longe ouviam –se acordes, notas de uma melodia triste, um lamento que talvez nunca se acabe, e fumaça saindo pelo vão da porta. Ganhou a luz.

Contigo – Joaquín Sabina

Yo no quiero un amor civilizado,
con recibos y escena del sofá;
yo no quiero que viajes al pasado
y vuelvas del mercado
con ganas de llorar.

Yo no quiero vecínas con pucheros;
yo no quiero sembrar ni compartir;
yo no quiero catorce de febrero
ni cumpleaños feliz.

Yo no quiero cargar con tus maletas;
yo no quiero que elijas mi champú;
yo no quiero mudarme de planeta,
cortarme la coleta,
brindar a tu salud.

Yo no quiero domingos por la tarde;
yo no quiero columpio en el jardin;
lo que yo quiero, corazón cobarde,
es que mueras por mí.

Y morirme contigo si te matas
y matarme contigo si te mueres
porque el amor cuando no muere mata
porque amores que matan nunca mueren.

Yo no quiero juntar para mañana,
no me pidas llegar a fin de mes;
yo no quiero comerme una manzana
dos veces por semana
sin ganas de comer.

Yo no quiero calor de invernadero;
yo no quiero besar tu cicatriz;
yo no quiero París con aguacero
ni Venecia sin tí.

No me esperes a las doce en el juzgado;
no me digas “volvamos a empezar”;
yo no quiero ni libre ni ocupado,
ni carne ni pecado,
ni orgullo ni piedad.

Yo no quiero saber por qué lo hiciste;
yo no quiero contigo ni sin ti;
lo que yo quiero, muchacha de ojos tristes,
es que mueras por mí.

Y morirme contigo si te matas
y matarme contigo si te mueres
porque el amor cuando no muere mata
porque amores que matan nunca mueren.

Duerme en paz Negri!!!

Negri… Que te duermas tranquila.
El pueblo latinoamericano va ahora a llorar por tu ausencia.
Mercedes fue una gran mujer. Una gran intérprete. Ahora se fue a cantar a los ángeles, a la luna, al cielo, al sol de la bandera. Sonriente.
Gracias por existir, por luchar, por estar y por brindarnos con “La voz”…
La Negra tucumana se fue. Y sigue viva adentro del pueblo.

Charly García le rindió un homenaje en Chile