Chega uma hora na vida em que você descobre:

Quem interessa,
Quem nunca interessou (e achava que interessava),
Que não interessa mais…
E quem ainda vai interessar. (muito, e sempre)
Portanto, não se preocupe com quem já fez parte do seu passado;  há um (ou mais do que um?) motivo para não estarem no seu futuro. (mesmo)
“Para ter algo que nunca teve, é preciso fazer algo que nunca fez.”
Quando nos é tirada alguma coisa,Não estamos sendo punidos, simplesmente estão se abrindo nossas mãos para que tenhamos como receber algo melhor.
Dolores recebera esta mensagem de uma amiga querida, por email naquela manhã chuvosa. Ela se dava conta de que valia a pena. O cheiro bom das roupas de cama, das lambidas no pescoço que eram seguidas por um “Ficou com frio?”, porque ela sentia, se arrepiava. Das palavras de amor ao pé do ouvido, que a informavam que era ela!
Era  ela a escolhida. Era ela a mulher dele, e ele o marido dela, era ela que sabia que esta coisa ou aquela ficavam melhor no canto ou no centro…  E a escolhida escolhia os móveis, as roupas de cama, os lustres e o abajour. A escolhida tinha direito de escolher os talheres, a louça. Ele havia dado a ela este direito, este e tantos outros.
E por incrível que pareça o casamento fez Dolores radiante.
Muitas vezes ele parava, olhando para ela, e ela dizia: “O que foi?” ele respondia… “Tava te olhando, tu sabia que é linda?” e ela: “É?, acho que sabia, tu disse ontem.”
Talvez porque depois de um dia corrido chegassem em casa e ficassem sentados, conversando, sem televisão, sem música, sem nada. Luz, cama, crianças fazendo deveres, tomando banho e os dois simplesmente… Conversando! Ou talvez porque tomassem banho juntos, dividissem espelho e banheiro, porque “el amor no es el mismo techo, ni ahí“. Estavam entrelaçados, misturados…
Ela era administradora, professora, mãe, amiga, mulher e para ser melhor, culta e muito sagaz, na cama, vergonha não tinha. Ele fomentava estas questões, embora reclamasse do tempo em que ela resolvia trabalhar em casa. Afinal de contas, a casa não era sede do Governo do Estado…
Cigarro na sacada, poucas palavras… Respiração na nuca. Arrepio. “Tá com frio?” “Tô”. Mão dentro do short curto, língua na orelha, mão na bunda, arranhão nas costas. Pau duro. “Tá molhada…”, lambida no pescoço, “Tô suada” “Gosto do gosto do teu suor” Abraço, braço, abraço. Puxão de cabelo, o roçar do pau na bunda, vira, na xana. “Tô melado, limpa” Ela de joelhos. Lambe, puxa… Pra cama. Vem! “Senta aqui.” “Onde?” “No meu pau”… E eles gozaram, justamente no mesmo momento. E no final, dormiram, entrelaçados, abraçados, depois de beijos e carícias, e mais um cigarro.
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El amor después del amor – Fito Páez.

El amor después del amor, talvez,
Se parezca a este rayo de sol
Y ahora que busqué
Y ahora que encontrré
El perfume que lleva el dolor
En la esencia de las almas
En la ausencia del dolor
Ahora se que ya no
Puedo vivir sin tu amor.

Me hice fuerte ahí,
Donde nunnca vi.
Nadie puede decirme quien soy
Yo lo se muy bien, te aprendí a querer
El perfume que lleva el dolor
En la esencia de las almas
Dice toda religión
Para mí que es el amor
Después del amor.

El amor después del amor, tal vez,
Se parezca a este rayo de sol
Y ahora que busqué
Y ahora que encontré
El perfume que lleva el dolor
En la esencia de las almas
Dice toda religión,
Para mí es el amor después del amor.

Nadie puede y nadie debe vivir sin amor
Una llave por una llave y esa llave es mi amor
Una llave por otrta llave y esa llave es tu amor.

El tipo es un génio… Filosófico…

… O que muda?

A gente muda, e logo o mundo muda.
A gente se ama, e em seguida os outros também nos amam.
“Claro cómo una lámpara.
Simple como un anillo”
E acabam as roupas beges.
Ganha força o jeans, justo, com stretch.
Acabam os medos, as angústias.
Pelo ralo jogamos aqueles sentimentos de menos-valia.
O mundo muda e passamos a compreender que de nada vale remoer passados.
Nem próprios, nem alheios.
Que nada do que passou volta.
E tudo o que se foi, foi.
O que ficou é o que passa a importar.
Porque o que e quem permanece nas nossas vidas é o que importa.
O mundo muda e passamos a perceber nossa importância.
Fazemo-nos dignos de demonstrações de afeto.
Puro, simples, positivo e incondicional.
As privações são apenas alimentares.
E o alimento da alma, junto com a literatura, é o amor.
O amor salva.
Engrandece e amplia tudo que já é imenso.
Ganha-se em saúde, expansão e força.
A vida se faz repleta.
De sêmen, de suor, de carícias e beijos.
De objetos coloridos, de personalidade.
Tudo o que é nosso passa a ter nossa cara.
Nossa casa, nossa cama, nosso fogão e nossos lustres.
Aprendemos que temos os direitos que temos.
Porque fazemos o que fazemos e somos papel principal na nossa vida.
E temos uma vida, que é nossa.
Sem excusas, sem receios, sem mágoas ou medos presentes.
Quando o mundo muda, e ele muda.
Quando a gente muda, e a gente muda.
Toda nossa essência se expande.
Toda nossa força gera mais e mais força.
Nosso trabalho passa a render.
Nosso dinheiro passa a valer.
Nunca foi tão bom não assisitir televisão.
…Nunca foi tão bom despertar com a voz do Lou Reed.

E quando o amor chega, com calma e maturidade, ele chega, e fica.
O mundo muda quando a gente muda, e a gente só muda por amor.

Ainda bem… MESMO!

Representa bem o momento atual dos dois…
Representa maravilhosamente o momento que se estenderá … estenderá… Até Sempre
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Ainda bem,
que você vive comigo
por que senão,
como seria essa vida:
sei lá, sei lá.
Nos dias frios,
em que nós estamos juntos
nos abraçamos,
sobre o nosso conforto
de amar, de amar.
Se há dores, tudo fica mais fácil,
seu rosto silencia e faz parar.
as flores que me mandas são fato,
o nosso cuidado e entrega.
meus beijos sem os seus não dariam
os dias chegariam sem paixão.
meu corpo sem o seu, uma parte
seria um acaso e não sorte.
Entre tantos outros,
entre tantos séculos,
que sorte a nossa,
entre tantas paixões,
nosso encontro, nós dois,
esse amor.


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