Venho sempre…

Você vem sempre por quê?
Por que é feio e sabe?
Por que é lindo e ninguém sabe?
Porque é flácido e nota?
Por que é gordo mas se acha sexy?
Por que solidão dói e quer fazer de conta que não?
Por que quer aprender a ser melhor pra ser pior todo dia??

Comece assim: Reze, arrume-se, emagreça, ou não, como for mais cômodo, trate-se, você já deve ter ouvido de alguém, um remedinho pode fazer maravilhas e nós todos viveremos mais felizes. Ou mais infelizes se esse for nosso lema. Durma até mais tarde, caminhe no parque, deite-se na cama com vontade. Transe com desconhecidos, compre um vibrador e faça sexo anal interracial, de preferência se você for branco. Assuma seu valor. Não esqueça, ele não é tão grande. Ninguém é insubstituível, mas muitas coisas passam e muitas coisas sempre vão passar. Ninguém tem o poder de destruir o encontro de duas almas. O poder que a gente tem é resolver ou não sofrer. Eu escolhi não. Foi e é uma jornada difícil, mas não vai me abalar.
Aquele que passou, que machucou, que rompeu, aquele por quem passamos machucamos e rompemos. A questão não é sermos orgulhosos, mas termos orgulho. As pessoas tem capacidade de escolher com quem querem permanecer e de quem querem se separar. Você tem que assumir riscos. As pessoas que passaram foram.

Tudo o que você lê aqui é ficcional. Você não vai encontrar fotos e fatos.

As únicas coisas reais são: o guarda chuva, o Johnny Depp (não, é bom demais pra ser verdade), Ogum e todas essas coisas, e quem escreveu foi a Dolores. E ela também não é real.
É preciso entender, é preciso deixar de querer racionalizar. É preciso esquecer.
Viver a história como se ela fosse terminar sem final, começar sem enredo. É preciso se despir, crescer. Quem sabe casar. Dizer a verdade sempre. Omitir às vezes e mentir jamais. Menos ainda se for para si mesmo.
Não disputo e nem roubo marido de ninguém. Não preciso tenho o meu e deu!
Precisando mesmo saber quem eu sou, eu sou uma beesha. Gay pride ruuulez.

23.04 – Salve Jorge!!!

Nem católica, nem jewish, nem nada, mas … com todo respeito…
Salve Jorge de Capadócia! O Santo GUERREIRO, Ogum.

Oração a São Jorge

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

São Jorge Rogai por Nós.
E como não poderia deixar de ser:
A número 1!

About Loneliness

Loneliness is a feeling in which people experience a strong sense of emptiness and solitude. Loneliness is often compared to feeling empty, unwanted, and unimportant. Someone who is lonely may find it hard to form strong interpersonal relationships.

One of the first recorded uses of the word “lonely” was in William Shakespeare’s Coriolanus, “Though I go alone, like a lonely dragon…” Act IV Scene 1

Loneliness is not the same as being alone. Many people have times when they are alone through circumstances or choice. Being alone can be experienced as positive, pleasurable, and emotionally refreshing if it is under the individual’s control. Solitude is the state of being alone and secluded from other people, and often implies having made a conscious choice to be alone. Loneliness is unwanted solitude. Loneliness does not require being alone and is experienced even in crowded places. It can be described as the absence of identification, understanding or compassion. Loneliness can be described as a feeling of isolation from other individuals, regardless of whether one is physically isolated from others or not. It may also be described as a yearning for love or companionship, which is unfulfilled, but cannot seemingly be achieved, or may stem from the lack of love in one’s life, and hence may lead to emotions such as rejection, despair and low self-esteem. Feelings of loneliness may be similar to feelings of the death or loss of a loved one.

In their growth as individuals, humans start a separation process at birth, which continues with growing independence towards adulthood. As such, feeling alone can be a healthy emotion and, indeed, choosing to be alone for a period of solitude can be enriching. To experience loneliness, however, can be to feel overwhelmed by an unbearable feeling of separateness at a profound level. This can manifest in feelings of abandonment, rejection, depression, insecurity, anxiety, hopelessness, unworthiness, meaninglessness, and resentment. If these feelings are prolonged they may become debilitating and prevent the affected individual from developing healthy relationships and lifestyles. If the individual is convinced he or she is unlovable, this will increase the experience of suffering and the likelihood of avoiding social contact. Low self-esteem will often trigger the social disconnection which can lead to loneliness.

In some people, temporary or prolonged loneliness can lead to notable artistic and creative expression, for example, as was the case with poet Emily Dickinson, and numerous musicians. This is not to imply that loneliness itself ensures this creativity; rather, it may have an influence on the subject matter of the artist. (Wikipedia)

Me gustaba mucho estar sola. No que no lo quisiera, por que sí, lo quería mucho, pero me gustaba estar así, nada de nada, de nadie. Leyendo, durmiendo, sonreindo, bebendo, estudiando, fumando o bailando como si nadie me viera.
A veces él se enojaba porque el hecho de estar sola me encantaba, otras veces le gustaba, porque cuando nos encontrábamos ya me extrañaba. Aunque estuviese sola “un rato no más”
No me sentía mal con la soledad. No me sentía mal en estar acompañada. Era muy raro, pero sólo me sentía mal cuando estaba mal.
La doctrina espiritualista me había ayudado muchísimo.
El perdonarme, perdonar a los demás olvidando todo lo malo de nuestras vidas.
Estaba bien… Veía un rayo verde, trabajaba para el gobierno, en la radio, en la casa… Estaba bien.