Pero al fin, si es amor…

cruzará huracanes y tormentas….

por fin alejarme del tiempo perdido, del tiempo mal usado, de la ofensa por la ofensa.

a reponer fuerza frente al mar, a pensar y pensar en pensar.

a ver el sol que entra por el hueco, y baja llevando el dolor, mientras dibuja una serpiente emplumada.

mexico está ahí, eperándonos, de brazos abiertos,

el mar color azul verdoso, o verde azulado, turqueza o agua marina, justo para combinar con mi pelo, que se alegra por el homenaje. o al revés, que es más posible. 

ya nos veremos en el paraíso. ya está más cerca. no dormiremos, estoy segura. pero mañana, a esa misma hora, estaremos frente al mar, bendiciendo nuestras vidas, bendiciendo lo lindo que es vivir. una ode al amor, al buen vivir, sin remordimientos, sin rencores, abandonando hoy, aquí, todo lo que nos hace mal.

para que vivamos, felices.

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Lençol listrado e chiclete de melancia.

bocaNão podiam se ver. Seus corpos ferviam, alguma coisa dentro deles se descontrolava. O resto do mundo era só mundo, e esqueciam a vida lá fora.

Um era o lugar de descanso do outro, e do descanso, passavam a ser também o lugar de lazer. Ela sempre foi muito sexual, muito ouvinte e observadora, seios grandes, lábios, literatura e unhas. Ele, de riso fácil, olhos expressivos, de números e grandes companhias.

A história e o acaso quis que se vissem naquela tarde de verão. Depois de uma água gelada, um café, resolveram que mereciam um lugar mais íntimo.

Ele a levou para sua casa, onde estava sozinho. Ofereceu-lhe cerveja, ela aceitou, tomando alguns copos, se olharam por um longo tempo, até se deslocarem para o quarto. Amplo, claro. Ela sentia ciúmes de não ser a dona da casa, da cama, a mulher daquele homem, mas, para ter-se um homem realmente, só se podia ter um.  E isso lhe acalmava os ânimos. Mas não diminuía as sensações. Entrou no quarto, e rapidamente tirou as sandálias, baixas, mas que envolviam-lhe o sexy tornozelo. Abriu o zíper, e deixou à mostra os pequenos pés de unhas vermelhas. Liso, asseado… Ele tocou delicadamente os pezinhos enquanto ela deixou o corpo cair lentamente sobre os lençóis listrados. Beijou-lhe os joelhos, à mostra através do short preto que ela vestia. Ela levantou-se hesitante, olhou-se no espelho, ajeitou o cabelo, ele sem camisa, abraçou-lhe por trás, e ela pôde sentir seu pau que duro, latejava dentro da calça de jeans claro. Ele beijou-lhe a nuca, a orelha, e tocou-lhe os seios, os mamilos, que rapidamente endureceram, dentro do quarto estava frio e agradável, uma luz indireta fazia tudo mais tristemente belo e envolvente. Ela se virou, e encontrava-se na altura do peito dele, ergueu a cabeça, e os lábios se tocaram… Era exatamente a sensação de percorrer de novo os mesmos caminhos. Os mesmos caminhos de sempre em outro landscape. O tempo passara, mas reconheciam-se os corpos, os cheiros, o gosto de chiclete de melancia com cigarro. Lentamente ele tirou a blusa preta, e debaixo encontrou uma renda da mesma cor que fazia as vezes de um sutiã… Ele a deitou na cama, e abriu o zíper do short que ela vestia. Debaixo deles calcinha preta, minúscula. Ele já sem camisa e sapatos, tirou a calça e a cueca. Por cima do sutiã beijou-lhe os seios fartos e firmes de mulher, sentiu os mamilos enrijecerem em sua boca. Virou-a de bruços e lambeou longamente suas costas e a bunda arrebitada, fazendo-a gemer baixinho com o rosto virado para o colchão. Lambeu toda a extensão da bunda, colocando-a de quatro…  E estocou nela seu pau grande e grosso até o fundo, várias vezes, dando tapas na bunda: “Segue gostosa, segue gostosa como sempre, do jeito que eu quero, do jeito que eu sempre quis.” Tirando o pau de dentro da bucetinha molhada, deitou-se, e fez com que ela sentasse em seu pau. Acariciava os seios, ouvindo seus gemidos e sussurros. No seu ouvido ela dizia: “Vem, deixa, deixa eu gozar, deixa, deixa eu sentir teu pau, duro, grande e quente, deixa eu gozar.” Cavalgou devagar, apressou, e devagar ela gozou, e gemia, e se contorcia… Depois de tê-la feito gozar, ele disse: “Agora tu vai sentir teu gosto misturado no meu.” Ela sentou-se na beirada da cama, alcançando o chão com a ponta dos dedos, e ele de pé em sua frente, enfiou o pau em sua boca… Como fosse habilidosa, engoliu o pau várias vezes, gemendo, enquanto ele puxava seus cabelos, para olhar sua cara e seus grandes olhos enquanto ele fodia sua boca carnuda… E ele enfim gozou em sua boca… Um pingo de porra escorreu pelo canto do lábio, e ela com os dedos tratou de colocá-lo para dentro… Tomou todo o gozo dele, que vinha misturado ao gozo dela. E sorriu, com aquela inocência completamente perversa. Deitou-se ao seu lado, e se cobriram com o grande lençol listrado, afinal, fazia frio dentro do quarto, e ninguém tinha forças para pegar o controle do ar condicionado. Ela dormiu cansada no peito dele, enquanto ele acariciava lentamente seus cabelos, assistindo aquele sono merecido.

Ele não adormeceu, ficou ali, olhando a silhueta clara debaixo dos seus lençóis, pensando em ciúme, saudade, dor e pecado. Ela levantou cedo, e saiu. Deixou um bilhete sem nada escrito, apenas um beijo de batom vermelho escuro, café pronto na cafeteira e um chiclete de melancia sobre a mesinha de cabeceira. Seguirá povoando suas fantasias secretas, e cada vez que sinta seu perfume retornará a uma doce lembrança.

Aprende-se a conviver.

De a poco y bien despacio…
Y ya sabés como es… Estar con alguien no significa que asi de un momento a otro viven juntos y “yastá!” es una maravilla. No, no es verdad. A veces se sufre un rato largo, porque sí. No nacimos juntos, no crecimos juntos, no somos hermanos. Y aún con nuestros hermanos la cosa no va asi como uno quiere y piensa.
Aunque lo hagas por amor, no siempre es la forma exacta para hacerlo. No sos virgen, y el otro tampoco, y en eso ya nace un problema. Tenés recuerdos, tenés fotos, regalos, cosas que por ahí son algo de basura, algo de cosas que guardás sólo por olvidarte de desecharlo, y lo vas a pagar si no lo hacés. Son cuentas de teléfono… Grandotas, llenas de llamadas internacionales. Porque yo he gastado un negro con pito y todo con cuentas de teléfono. Son fotos que tiraste al inodoro (¿acaso tiré alguna foto al inodoro? si, papi, si) Son las remeras rotas, las tangas horribles que se te regaló aquél despreciable con quien tuviste un horrible noviazgo por largos dos años y que te hicieron quedar vieja y fea. Todos tenemos recuerdos, todos. Nacemos y ahí están luciendo:  recuerdos. Unos nos dejan con vergüenza, puesto que salen así nomás de los cajones que los guardamos hace algunos años. Y miramos a estos recuerdos, feos, pesados, grasos, asquerosos. Tu compañero te mira y te dice: “¿Era tu novio ese trapo de piso???” Y con esa cara desgraciada de que se te descubrieron una cagada decís: “Sí, mi amor, sí” Para enseguida escuchar: “No te da vergüenza, enserio??” Y contestás con toda la sinceridad que tenés “Y, ¿cómo no?”. Porque uno sabe donde está y con quien. Yo particularmente tuve que aprender a convivir con eso de los fantasmas, y aun siendo espírita me daban algo de miedo. Exes locas, con nada de amor propio, nada de nada, intentando matarte por pavadas, por niñez, por estupidez… Después del golpe, de la rabia, se me vino algo de compasión, de remordimiento, qué se yo.. Intentar lastimarme es normal, puesto que seguramente me mostraba que me quería ante todo. Y me lastimó, si, demasiado… Entonces he usado esa lástima para fortalecerme y pude vivir, adelagazar, insinuarme para otros hombres, y descubrir que me importaban un carajo. Y listo. Pasó. Fantasmas son fantasmas y el exorcismo nos hizo muy bien.
Uno a veces apreta el tubo de la crema dental por el medio, mientras a ti te parecería que el correcto fuese apretarlo por la punta, ¿no? Pero el otro no hizo para molestarte, lo hizo porque es así que lo hace… Simple. No estás acostumbrada a arreglar  la casa, porque siempre tuviste mucama, porque cocinás por deporte, y solías dejar las bombachas tiradas al piso… Y ahora, si las tirás, las tendrás que sacar… Hay que arreglar, hay que colaborar, y vos sos un pozo de pereza, y eso te molesta, porque no sabés hacer eso de ama de casa, de mami, y ok, tranqui, ya lo aprenderás.
Incluso las hermosas lo saben hacer. Lo sé por mi…

Honey moon

Lua de mel em Papeete
Vinho, peixe, marzipan e gravidez.
Voltou grávida e “lucía muy bien”
Ele voltou corado, grávido.
A casa com cheiro de nova fora organizada pela sogra.
Tudo no seu lugar, tudo colorido, conforme o projeto.
Tudo maravilhoso no Taiti, mas queriam estar em casa.
Sentir a cama, rever os filhos e parentes.
Naquela manhã de segunda feira ela não foi trabalhar, estava enjoada, de novo.
Não era normal, não havia bebido, nem comido nada de mais.
Querendo desmaiar, ligou para ele que voltou em seguida.
Foram ao médico, que solicitou os exames…
Depois do almoço receberam o positivo.
E tudo que era lindo e cheio de vida ficou até mais colorido.
Lembranças do Taiti, crescendo na barriga.
Ela não cabia em si de tão feliz.
Exatamente por este motivo havia expandido a felicidade em outro ser…

Casar ou comprar uma bicicleta?

Caríssimos leitores, como bem diz o Chico Buarque em mais uma de suas composições incríveis:
 
“Eu faço samba e amor até mais tarde
e tenho muito sono de manhã
escuto a correria da cidade
que arde
e apressa o dia de amanhã

De madrugada a gente ainda se ama
e a fábrica começa a buzinar

O trânsito contorna a nossa cama
reclama, do nosso eterno espreguiçar

No colo da bem-vinda companheira
no corpo do bendito violão

Eu faço samba e amor até mais tarde
e tenho muito mais o que fazer

Eu faço samba e amor até mais tarde
e tenho muito sono de manhã

Escuto a correria da cidade
que alarde
será que é tão difícil amanhecer?
Não sei se preguiçoso ou se covarde
debaixo do meu cobertor de lã
eu faço samba e amor até mais tarde
e tenho muito sono de manhã”

 
Infelizmente as correrias depois das férias me impedem de manter este blogue de forma satisfatória. Mas aqui da “redação” consigo publicar um texto por e-mail:
 
“Beleza não é tudo, mas com certeza é mais de 70 por cento, já dizia o Luís, que, infelizmente namorava uma guria bacana, mas feia. Feiosa.
O amor faz dessas coisas, eu tive sorte, a minha namorada, minha esposa e a mulher da minha vida são exatamente a mesma pessoa, e além de linda, inteligente e bem educada, ela é uma louca divina, a Vênus em chamas, é finíssima, mas também é uma puta, daquelas que deixaria tristes as atrizes de filmes pornô. A minha esposa é simplesmente A MULHER. Eu já disse, antes dela, todas as outras com quem estive (e eu estive tão mal até aqui…) estão no mesmo bolo. Ela não se presta a comparações, nem afetivas, nem sexuais, nem de caráter. Com ela descobri que é errando e comendo mulher feia, fazendo esforço pra ficar de pau duro, engolindo com nojo as polacas flácidas que a gente descobre quem é imprescindível, e é essa que eu mereço.
Ela em alguns dias, reclama, xinga, briga, mas quando ela chega perto, é impossível resistir, confesso, sinto ciúmes, mas, sei quem é a minha esposa, e conheço seu potencial…
Ela chega me chupa, morde, lambe, vai até o final. Eu gozo jatos quentes que lhe descem pela garganta, e, quando eu acho que cansou, ela vira pra mim e diz: “Mais, me dá mais, quero mais!!” Senta no meu colo, goza no meu pau, e só dorme quando está definitivamente exausta, suada, molhada, gozada, e assada.
Ela foi mãe, e tem seios grandes, pernas fortes, ossos e músculos. Tem um cheiro que me deixa meio desconcertado, tanto de perfume… Porque escolher perfume também é uma arte, e o cheiro que ela escolhe pra ela é dela, é ela e eu amo ambos. E tem o cheiro próprio, entre as pernas, na buceta, na bunda, nas costas. E eu gosto deste também. Sempre que possível (e sempre é) eu mordo a polpa da bunda, e aproveito pra enfiar o nariz lá no meio. E com o nariz aproveito pra meter a língua, lamber o cu, a buceta, tudo. Gosto de cheirar e também de lamber.
Tem homem que sai com a terceira pessoa, com outra, eu não quero, nem preciso. A minha me faz feliz, me dá prazer, me ama. Faz amor como uma virgenzinha e de repente, incorpora essa louca que faz amor e trepa, fode, firme, intenso, gostoso.
Enchi o saco dessas gurias, afinal de contas dezessete é a mesma coisa que vinte e três… São umas gurias. A minha é também, fresca, cara de jovem, reclamando de gordura e flacidez. Mas ela sim é uma mulher…
Frequenta botecos e bistrôs com a mesa delicadeza, com a mesma fineza. De sorriso e olhos grandes, de dentes alinhados, de maturidade jovem de mulher sem xiliques.
Eu faço questão de comê-la todos os dias, primeiro para fazer-lhe o bem, e segundo, pra me presentear com essa dádiva, que é minha só minha. Linda, que eu paro pra assistir, seja no banho, seja lavando louça, trabalhando, escrevendo, trepando ou fazendo xixi. Tenho todas em uma só. A intelectual, pervertida, puta, mãe e esposa. É a minha executiva, professora adorada pelos alunos, a cunhada querida das minhas irmãs e dos meus irmãos, a nora favorita da minha mãe.
Deve ser também por isso que eu encosto nela e meu pau endurece, e por mais cansaço do dia, sono, preguiça, o tesão me consome, e eu passo a língua no mamilo, aperto, ela se enrosca, se arepia, treme e ri.
Estou em ritmo acelerado. Trepando pelo menos Três vezes ao dia. E ela gozando numa proporção dois pra um.
Eu já comi o pão que o diabo amassou. E era bem ruim. Tenho ânsia de vômito de pensar que eu trepei com outras.
A minha não… A minha vai ficar velha, vai seguir linda, gostosa e com esse cheiro que só ela tem. E eu vou seguir aqui, metendo ferro!
Da nossa casa, sentindo o teu cheiro no lençol, de pau duro só de te imaginar…
EU TE AMOOOOOOOO!!!!
TU É A MULHER DA MINHA VIDA! A MELHOR, A ÚNICA Q TIVE, LINDA.”
 
 
Eu acho que o cara que escreveu esse texto sabe o que diz e o que faz!!!!
Pena que ele é um (des)conhecido
Nice one!